Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT


A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) é um documento emitido para reconhecer tanto um acidente de trabalho ou de trajeto bem como uma doença ocupacional.
  • Acidente de trabalho ou de trajeto: é o acidente ocorrido no exercício da atividade profissional a serviço da empresa ou no deslocamento residência x trabalho x residência, e que provoque lesão corporal ou perturbação funcional que cause a perda ou redução (permanente ou temporária) da capacidade para o trabalho ou, em último caso, a morte
  • Doença ocupacional: é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.

Quando fazer a CAT?

A empresa é obrigada a informar à Previdência Social todos os acidentes de trabalho ocorridos com seus empregados, mesmo que não haja afastamento das atividades, até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência.
Em caso de morte, a comunicação deverá ser imediata.
A empresa que não informar o acidente de trabalho dentro do prazo legal estará sujeita à aplicação de multa. (conforme disposto nos Artigos 286 e 336 do Decreto 3.048/99).
Se a empresa não fizer o registro da CAT, o próprio trabalhador, o dependente, a entidade sindical, o médico ou a autoridade pública (magistrados, membros do Ministério Público e dos serviços jurídicos da União e dos estados ou do Distrito Federal e comandantes de unidades do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar), poderão efetivar a qualquer tempo o registro deste instrumento junto à Previdencia Social, o que não exclui a possbilidade da aplicação da multa à empresa.

Como fazer?

Registro da CAT on-line

Para sua comodidade, o INSS disponibiliza um aplicativo que permite o Registro da CAT de forma on-line, desde que preenchidos todos os campos obrigatórios.
Através do aplicativo, também será possível gerar o formulário da CAT em branco para, em último caso, ser preenchido de forma manual.

Procure uma agência do INSS em caso de duvidas

Nos casos em que não for possível o registro da CAT de forma on-line e para que a empresa não esteja sujeita a aplicação da multa por descumprimento de prazo, o registro da CAT poderá ser feito em uma das agências do INSS. (consulte a agência mais próxima)
Para tanto, o formulário da CAT deverá estar inteiramente preenchido e assinado, principalmente os dados referentes ao atendimento médico. (saiba mais no campo Outras informações).

Em caso de dúvidas, consulte as instruções para preenchimento do formulário .

Documentos necessários para a CAT

Para ser atendido nas agências do INSS, no mínimo deverá ser apresentado um documento de identificação com foto e o número do CPF.
Para qualquer dos casos indicados acima, deverão ser emitidas quatro vias sendo:
  • 1ª via ao INSS
  • 2ª via ao segurado ou dependente
  • 3ª via do sindicato de classe do trabalhador
  • 4ª via à empresa.

Outras informações

  • caso a área de informações referente ao atestado médico do formulário não esteja preenchida e assinada pelo médico assistente, deverá ser apresentado o atestado médico, desde que nele conste a devida descrição do local/data/hora de atendimento bem como o diagnóstico com o CID e o período provável para o tratamento, contendo assinatura, o número do Conselho Regional de Medicina (CRM) e o carimbo do médico responsável pelo atendimento, seja particular, de convênio ou do SUS;
  • a CAT inicial irá se referir a acidente de trabalho típico, trajeto, doença profissional, do trabalho ou óbito imediato;
  • a CAT de reabertura será utilizada para casos de afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou de doença profissional ou do trabalho;
  • a CAT de comunicação de óbito, será emitida exclusivamente para casos de falecimento decorrente de acidente ou doença profissional ou do trabalho, após o registro da CAT inicial.
  • na CAT de reabertura, deverão constar as mesmas informações da época do acidente, exceto quanto ao afastamento, último dia trabalhado, atestado médico e data da emissão, que serão relativos à data da reabertura. Não será considerada CAT de reabertura a situação de simples assistência médica ou de afastamento com menos de quinze dias consecutivos.

Ficou alguma dúvida?

Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.
O serviço está disponível de segunda a sábado das 07:00 às 22:00 (horário de Brasília).
O atendimento da Previdência Social é simples, gratuito e dispensa intermediários.

Estrategia do MTE para reduzir os Acidentes do Trabalho

                Com o objetivo de reduzir os acidentes do trabalho no país e intensificar  as fiscalizações, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, lançou nesta terça-feira (31) a Estratégia Nacional para Redução de Acidentes do Trabalho e promoveu a adesão do Governo Federal ao movimento Abril Verde – uma articulação nacional que busca a conscientização de trabalhadores e patrões para a melhoria das condições de trabalho e de saúde do trabalhador.
O objetivo desta estratégia é ampliar as ações do MTE para redução dos acidentes e doenças de trabalho no Brasil. Ela possui quatro eixos: Intensificação das ações fiscais; Pacto Nacional para Redução dos Acidentes e Doenças do Trabalho no Brasil; Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho; e Ampliação das Análises de Acidentes do Trabalho realizadas pelos auditores Fiscais do Trabalho, melhorando sua qualidade e divulgação.

Dados Estatísticos
          A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 2,34 milhões de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trabalho e doenças, indicando que cerca de 2 milhões dessas mortes seriam causadas por doenças relacionadas ao trabalho. Informações do Anuário Brasileiro de Proteção 2015, que utiliza os dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, mostram que no ano de 2013 no Brasil foram 717.911 acidentes no total, 2.814 óbitos e 16.121 incapacidades permanentes.
           O Secretário de Inspeção do Trabalho, Paulo Sérgio de Almeida, relembrou os números anuais em que 2.800 mil trabalhadores morrem anualmente vítimas de acidentes de trabalho, mais de 700 mil acidentes ocorrem por ano e mais de 10 bilhões são gastos com encargos previdenciários. “Além disso, milhões são desperdiçados com perda de produtividade nas empresas e afastamentos, é um alto custo para o estado e para sociedade. Temos absoluta certeza que as fiscalizações constantes nos locais de trabalho proporcionam maior segurança e menor adoecimento”, concluiu. 
Ao longo dos anos, o MTE tem desenvolvido ações de segurança e saúde no trabalho, em especial por meio dos auditores Fiscais do Trabalho. Entre 1996 e 2014 foram desenvolvidas 2.696.919 ações fiscais em segurança e saúde no período foi de 140.796 ações por ano.

Ações Fiscais do MTE Realizadas na área de Segurança e Saúde no Trabalho,  1996 até 2012 
                Segundo a OIT cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, 2,8 trilhões de dólares, são perdidos por ano em custos diretos e indiretos devido a acidentes de trabalho e doenças relacionados ao trabalho. Só no Brasil, de acordo com dados da Previdência, entre 2008 e 2013 foram gastos 50.094 bilhões de reais.

Despesas do INSS com o pagamento de benefícios por acidente do trabalho, 
Brasil, 2008 a 2013 (em milhões de reais)

                  A distribuição dos acidentes do trabalho pelos setores econômicos demonstra que alguns segmentos podem ser considerados como de alto risco, a exemplo da Indústria Extrativa, Fabricação de Produtos Minerais não metálicos, Transporte, Construção Civil e Outros. 
Taxa de mortalidade e Incapacidade permanente por acidente do trabalho em 2013 no Brasil, por atividade econômica
Abril Verde – O MTE também aderiu a Campanha Abril Verde. O movimento tem o objetivo maior de reduzir os acidentes de trabalho e os agravos à saúde do trabalhador, além de mobilizar a sociedade para prevenção das doenças que ocorrem em decorrência do trabalho. O mês foi escolhido por conter duas datas importantes para o tema: o dia 07 de abril, Dia Mundial da Saúde, e o dia 28 de abril, Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho. Clique aqui para saber mais do Abril Verde.
Observação: Estratégias de prevenção e conscientização, que devem ser adotas em todos os meses do ano, tendo em vista as taxas alarmantes de acidente, e incapacidade laboral no Brasil.

Fonte: MTE - Acessória de Impressa
Observações cadastradas: Jeogen Santos - Rh & Segurança do Trabalho
http://portal.mte.gov.br/imprensa/mte-anuncia-estrategia-nacional-para-reducao-de-acidentes-do-trabalho.htm

NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

Resumo: NR – 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras - NR aprovadas pela Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
Entende-se como fase de utilização o transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento.
O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho.
São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade:
a) medidas de proteção coletiva;
b) medidas administrativas ou de organização do trabalho; e
c) medidas de proteção individual.
Na aplicação desta Norma devem-se considerar as características das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da técnica.
A Cabe aos trabalhadores:
a) cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, eliminação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das máquinas e equipamentos;
b) não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de  segurança de máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física ou de terceiros;
c) comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, danificado ou se perdeu sua função;
d) participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos descritos nesta Norma;
e) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.

Arranjo físico e instalações: Nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e em conformidade com as normas técnicas oficiais.
Instalações e dispositivos elétricos: As instalações elétricas das máquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR 10.
Dispositivos de partida, acionamento e parada: Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que:
a) não se localizem em suas zonas perigosas;
b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer outra forma acidental;
d) não acarretem riscos adicionais; e
e) não possam ser burlados.

Sistemas de segurança: As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores.

Dispositivos de parada de emergência: As máquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergência, por meio dos quais possam ser evitadas situações de perigo latentes e existentes.

Meios de acesso permanentes: As máquinas e equipamentos devem possuir acessos permanentemente fixados e seguros a todos os seus pontos de operação, abastecimento, inserção de matérias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparação, manutenção e intervenção constante.

Componentes pressurizados: Devem ser adotadas medidas adicionais de proteção das mangueiras, tubulações e demais componentes pressurizados sujeitos a eventuais impactos mecânicos e outros agentes agressivos, quando houver risco. As mangueiras, tubulações e demais componentes pressurizados devem ser localizados ou protegidos de tal forma que uma situação de ruptura destes componentes e vazamentos de fluidos, não possa ocasionar acidentes de trabalho.
Transportadores de materiais: Os movimentos perigosos dos transportadores contínuos de materiais devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, amostradores, volantes, tambores, engrenagens, cremalheiras, correntes, guias, alinhadores, região do esticamento e contrapeso e outras partes móveis acessíveis durante a operação normal.

Aspectos ergonômicos: As máquinas e equipamentos devem ser projetados, construídos e mantidos com observância aos os 14 seguintes aspectos:
a) atendimento da variabilidade das características antropométricas dos operadores;
b) respeito às exigências posturais, cognitivas, movimentos e esforços físicos demandados pelos operadores;
c) os componentes como monitores de vídeo, sinais e comandos, devem possibilitar a interação clara e precisa com o operador de forma a reduzir possibilidades de erros de interpretação ou retorno de informação;
d) os comandos e indicadores devem representar, sempre que possível, a direção do movimento e demais efeitos correspondentes;
e) os sistemas interativos, como ícones, símbolos e instruções devem ser coerentes em sua aparência e função;
f) favorecimento do desempenho e a confiabilidade das operações, com redução da probabilidade de falhas na operação;
g) redução da exigência de força, pressão, preensão, flexão, extensão ou torção dos segmentos
corporais;
h) a iluminação deve ser adequada e ficar disponível em situações de emergência, quando exigido o ingresso em seu interior.

Riscos adicionais: Devem ser adotadas medidas de controle dos riscos adicionais provenientes da emissão ou liberação de agentes químicos, físicos e biológicos pelas máquinas e equipamentos, com prioridade à sua eliminação, redução de sua emissão ou liberação e redução da exposição dos trabalhadores, nessa ordem.

Manutenção, inspeção, preparação, ajustes e reparos: As máquinas e equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva, na forma e periodicidade determinada pelo fabricante, conforme as normas técnicas oficiais nacionais 16 vigentes e, na falta destas, as normas técnicas internacionais.

Sinalização: As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que se encontram, devem possuir sinalização de segurança para advertir os trabalhadores e terceiros sobre os riscos a que estão expostos, as instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores.
Manuais: As máquinas e equipamentos devem possuir manual de instruções fornecido pelo fabricante ou importador, com informações relativas à segurança em todas as fases de utilização.
Procedimentos de trabalho e segurança: Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco.

Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título e exposição: O projeto deve levar em conta a segurança intrínseca da máquina ou equipamento durante as fases de construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação, desmonte e sucateamento por meio das referências técnicas indicadas nesta Norma, a serem observadas para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

Capacitação: A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças.

A capacitação deve:
a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
b) ser realizada sem ônus para o trabalhador;
c) ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
d) ter conteúdo programático conforme o estabelecido no Anexo II desta Norma; e
e) ser ministrada por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
A capacitação dos trabalhadores de microempresas e empresas de pequeno porte poderá ser ministrada por trabalhador da própria empresa que tenha sido capacitado nos termos do item (a,b,c,d, e e) em entidade oficial de ensino de educação profissional.

Outros requisitos específicos de segurança: As ferramentas e materiais utilizados nas intervenções em máquinas e equipamentos devem ser adequados às operações realizadas.


Disposições finais: O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado.

Resumo: Jeogen Santos de Araujo
Técnico em Segurança do Trabalho
Em acordo com:

APRENDA A FAZER UM BOM CURRÍCULO

Dicas importantes!
Informações que não podem faltar em seu currículo!!!


O PRIMEIRO CONTATO ENTRE
CANDIDATO
X
SELECIONADOR
EMPRESA

Veja abaixo algumas dicas importantes para elaborar ou melhorar o seu currículo:

1. DADOS PESSOAIS E CONTATO
NOME COMPLETO
ENDEREÇO:
BAIRRO:                                                CIDADE:             ESTADO:
TELEFONE DE CONTATO:
E-MAIL:

Orientações: Esses dados são muito importantes, pois através deles o selecionador vai entrar em contato com o candidato, por este motivo devem esta sempre atualizados, antes de enviar o mesmo. Não coloque neste campo seus números de documentos, você deverá apresentar os mesmos somente na seleção na empresa, ou no momento de contratação e ainda quando for solicitado pela empresa ou o selecionar.


1.1 OBJETIVO: VAGA DE

Orientações: O selecionar divulgou a vaga, por este motivo vai receber a vários currículos, deste modo seja claro, coloque o nome da vaga para a qual você está encaminhando o currículo.

2. FORMAÇÃO PROFISSIONAL
2.1 ENSINO MÉDIO COMPLETO
ESCOLA:                                                                             ANO DE CONCLUSÃO:
2.2 ENSINO MÉDIO TÉCNICO COMPLETO
ESCOLA/INSTITUIÇÃO:                                                    ANO DE CONCLUSÃO:
2.3 ENSINO SUPERIOR COMPLETO
ESCOLA/INSTITUIÇÃO:                                                    ANO DE CONCLUSÃO:
2.4 PÓS GRADUAÇÃO / ESPECIALIZAÇÃO CONCLUÍDO
INSTITUIÇÃO/UNIVERSIDADE:                                       ANO DE CONCLUSÃO:

Orientações: Seja objetivo, demonstre ao selecionar a sua formação profissional, colocando qual o curso realizado, local e ano de conclusão, caso não tenha concluído, escreva curso em andamento, ou até mesmo coloque previsão de termino no ano, ou período ex: ultimo período.

3. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
3.1 ULTIMO EMPREGO
EMPRESA:
FUNÇÃO:
DATA DE ENTRADA:                                                                      DATA DE SAÍDA:
ENDEREÇO:                                       BAIRRO:                              CIDADE:               ESTADO:
SUPERIOR IMEDIATO:                                  TELEFONE DE CONTATO DO SUPERIOR:
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
TELEFONE DE CONTATO DA EMPRESA:

3.2 PENÚLTIMO EMPREGO
EMPRESA:
FUNÇÃO:
DATA DE ENTRADA:                                                                      DATA DE SAÍDA:
ENDEREÇO:                                       BAIRRO:                              CIDADE:               ESTADO:
SUPERIOR IMEDIATO:                                  TELEFONE DE CONTATO DO SUPERIOR:
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
TELEFONE DE CONTATO DA EMPRESA:

3.3 ANTEPENÚLTIMO EMPREGO
EMPRESA:
FUNÇÃO:
DATA DE ENTRADA:                                                                      DATA DE SAÍDA:
ENDEREÇO:                                       BAIRRO:                              CIDADE:               ESTADO:
SUPERIOR IMEDIATO:                                  TELEFONE DE CONTATO DO SUPERIOR:
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
TELEFONE DE CONTATO DA EMPRESA:

Orientações: Coloque as suas experiências em ordem, sejam estágio, ou até mesmo contratação na CLT, sempre ressaltando as experiências, que tenham ligação com a vaga que você encaminhou o currículo, pois isso vai ajudar você a conseguir um destaque maior em relação aos outros selecionados.

4. CURSOS EXTRA CURRICULARES REALIZADOS
4.1 NOME DO CURSO:
DATA DE REALIZAÇÃO OU CONCLUSÃO:
DURAÇÃO:
CIDADE DE REALIZAÇÃO:                   ESTADO DE REALIZAÇÃO:
EMPRESA/ESCOLA QUE FORNECEU O CURSO:
                                                                                             
4.2 NOME DO CURSO:
DATA DE REALIZAÇÃO OU CONCLUSÃO:
DURAÇÃO:
CIDADE DE REALIZAÇÃO:                   ESTADO DE REALIZAÇÃO:
EMPRESA/ESCOLA QUE FORNECEU O CURSO:

Orientações: Escreva os cursos extracurriculares que  você já realizou, identificando o local onde os mesmos foram realizados, e até mesmo a duração, carga horaria, colocando em evidência a sua qualificação e anseio por aprendizado, isso e um ponto positivo para o seu currículo.


5. ATIDIVADES DESENVOLVIDAS
5.1 PROJETO REALIZADO
NOME DO PROJETO:
LOCAL DO PROJETO:
ANO/DURAÇÃO:
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DO PROJETO:

5.2 ATIVIDADE REALIZADA
NOME DA ATIVIDADE:
LOCAL DA ATIVIDADE:
ANO/DURAÇÃO:
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS:

5.3 CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO
NOME DO SERVIÇO:
LOCAL DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO:
ANO/DURAÇÃO:
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DO SERVIÇO REALIZADO:

Orientações: Caso tenha alguma atividade relacionada a vaga que você esta encaminhando o currículo, escreva a mesma neste campo, para aumentar a confiabilidade nas informações apresentadas anteriormente em seu currículo.

6. REFERÊNCIA
6.1 REFERÊNCIA PESSOAL
NOME:                                                TELEFONE DE CONTATO: (00) 0000-0000
GRAU DE PARENTESCO/VINCULO:

6.2 REFERÊNCIA PROFISSIONAL
NOME:                                                TELEFONE DE CONTATO: (00) 0000-0000
FORMAÇÃO PROFISSIONAL OU EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Orientações: As referências pessoais e profissionais são importantes, por exemplo se você realizou um estágio, ou alguma atividade voluntária, e importante que você coloque o telefone da pessoa que o ensinou, para que o selecionador possa pegar referências pessoais, do seu comportamento e até mesmo do seu compromisso com as oportunidades que são oferecidas para você.

7.1 FINALIZAÇÃO DO CURRÍCULO

CIDADE:                              ESTADO:                             ANO:

Orientações:  E importante colocar onde você fez o seu currículo ressaltando a Cidade, o Estado e o Mês ou Ano, sempre lembrando de atualizar o mesmo, com novas informações, o selecionador vai gostar de ver que você fez um currículo exclusivo, tendo atenção em especial para a vaga a qual você encaminhou o currículo.

Espero que tenham gostado das dicas.

Autor: Jeogen Santos - Rh & Segurança do Trabalho
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Como fazer um TCC? O que é um TCC? Estrutura TCC?

Como fazer um TCC?


Encontre aqui informações importantes para montar seus trabalhos com qualidade e rapidez. Fazer um Trabalho de Conclusão de Curso não é uma tarefa fácil, por isso consulte o conteúdo abaixo e veja algumas referências na elaboração de um TCC.

O que é um TCC?

TCC significa Trabalho de Conclusão de Curso. Criado em 1983, como disciplina obrigatória no curso de Pedagogia da Universidade de Franca, logo tornou-se institucional e se estendeu a todos os cursos de graduação. Refere-se a uma dissertação científica, do cunho monográfico iniciático, que os alunos concluintes devem elaborar. Procurou-se, por meio desta exigência, criar espaço para os estudantes iniciarem-se no campo da pesquisa, buscando ampliar os conhecimentos teóricos acumulados ao longo da graduação.

Estrutura do TCC

Todo trabalho tem que ter o seu início, meio e fim, ou seja, introdução, desenvolvimento e conclusão. A seguir apresentamos esta composição com mais detalhes, podendo ser compostos das seguintes partes:
PRÉ-TEXTUAIS
Capa - Obrigatório
Folha de rosto - Obrigatório
Folha de aprovação - Obrigatório
Dedicatória - Opcional
Agradecimentos - Opcional
Epígrafe - Opcional
Resumo - Obrigatório
Sumário - Obrigatório
Lista de ilustrações - Opcional
Listas de abreviaturas e siglas - Opcional
Listas de notações - Opcional

TEXTUAIS
Introdução - Obrigatório
Desenvolvimento - Obrigatório
Conclusão ou Considerações finais - Obrigatório

PÓS-TEXTUAIS
Referências bibliográficas - Obrigatório
Obras consultadas - Opcional
Apêndices - Opcional
Anexos - Opcional
Glossário - Opcional



Discriminação das partes



Capa
Deve conter o nome do autor ao alto da folha, o título do trabalho ao centro e, na parte inferior o nome da cidade e o ano de apresentação. Tudo deve ser datilografado ou digitado em caixa alta sem sublinhar nem utilizar aspas e centrado na folha.

Folha de rosto
Vem imediatamente após a capa e nela aparece o nome completo do autor; no centro da folha o título do trabalho desenvolvido, sendo que logo abaixo, da metade da folha para a direita, aparece uma explicação rápida mais clara acerca dos objetivos institucionais, seguida da instituição a que se destina a pesquisa. Na parte inferior escreve-se o nome da cidade e o ano. Aqui apenas as iniciais são maiúsculas e não as todas as palavras como na capa.

Folha de aprovação
Deve conter data de aprovação, nome completo dos membros da banca examinadora e local para assinatura dos membros.

Páginas preliminares
Páginas que antecedem ao sumário. Podem ser incluídas as seguintes partes, devendo constar cada uma em página separada.

Dedicatória
Essa folha não é obrigatória, mas contém texto, geralmente curto, no qual o autor dedica seu trabalho a alguém.

Agradecimentos
Essa folha não é obrigatória, e visa agradecer a pessoas que tenham contribuído para o sucesso do trabalho, prestar homenagem a pessoas que não estiveram diretamente relacionadas com sua realização, a entes queridos.

Epígrafe
Trata-se de um pensamento de algum outro autor e que de preferência, mas não necessariamente, tenha alguma relação com o tema.

Resumo
"Redigido pelo próprio autor do TCC, o resumo - síntese dos pontos relevantes do texto, em linguagem clara, concisa, direta, com o máximo de 500 palavras." (França, 1996).

Sumário
É onde aparecem as divisões do trabalho, os capítulos e seções com a indicação das páginas onde se iniciam cada uma delas. Não se deve confundir com índice, para designar esta parte. Havendo mais de um volume, deve-se incluir um sumário completo do trabalho em cada volume.

Listas
Rol de elementos ilustrativos ou explicativos. Podem ser incluídas as seguintes listas: Listas de ilustrações: relação de tabelas, gráficos, fórmulas, lâminas, figuras (desenhos, gravuras, mapas, fotografias), na mesma ordem em que são citadas no TCC, com indicação da página onde estão localizadas. Listas de abreviaturas e siglas: relação alfabéticas das abreviaturas e siglas utilizadas na publicação, seguidas das palavras a que correspondem escritas por extenso. Listas de notações: relação de sinais convencionados, utilizados no texto, seguidos dos respectivos significados.

Texto
Como todos os trabalhos científicos, a organização do texto do TCC deve obedecer a sequência: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão, dividindo-se os capítulos conforme a natureza do assunto.

Referências bibliográficas
É a listagem, em ordem alfabética, numerada sequencialmente, das publicações utilizadas para elaboração do trabalho, podendo esta ser numerada ou não. Caso deseje indicar uma bibliografia para aprofundamento do assunto, a mesma deverá aparecer em lista separada sob o título: Bibliografia Recomendada.

Anexos ou Apêndices
Documentos complementares e/ou comprobatórios do texto, com informações esclarecedoras, tabelas ou dados colocados à parte, para não quebrar a seqüência lógica da exposição. Quando há mais de um, cada anexo contém ao alto da página a indicação ANEXO, em letras maiúsculas, seguida do número correspondente em algarismo arábico, devem ser citados no texto entre parênteses.

Medidas de formatação


As medidas padrões para a formatação de cada lauda são:
Margem superior: 2,5 cm
Margem inferior: 2,5 cm

Margem direita: 2,5 cm
Margem esquerda: 3,0 cm
Citações: 1 cm (justificando à direita em itálico com Fonte 10)
Entre linhas (espaço): 2,0 cm
Fonte: 12
Tipo: Times New Roman 
Formato de papel: A4